Memórias e Identidade da Serra da Mantiqueira
- Economia Circular na Região de Visconde de Mauá
O projeto do Centro de Memórias e Identidade de Visconde de Mauá está em análise pela CEF. Em breve, traremos atualizações sobre os próximos passos. Seguimos confiantes na construção coletiva da nossa história!
O Projeto e a Construção de um Centro de Memórias e Identidade de Visconde de Mauá, integrado a Loja Colaborativa. Inclui: Levantamento de acervos históricos, junto as memorialistas, famílias de colonizadores e institutos de pesquisa da região, planejamento e montagem de uma exposição permanente, com objetos, ferramentas e registros representativos da história e dos saberes tradicionais. Capacitação de artesãos-catadores para formalidade e venda de produtos de alto valor cultural na loja colaborativa física e virtual. A proposta busca preservar o passado, fortalecer a identidade local e fomentar práticas educativas, sustentáveis e inclusivas para o futuro.
A Economia Circular é uma abordagem inovadora e relevante, especialmente quando se busca a sustentabilidade junto ao engajamento comunitário e à valorização de recursos existentes, sejam estes materiais ou imateriais. Visconde de Mauá é uma região que reúne, desde o século XVIII, partes da história do país. Ao longo dos caminhos que permitiram a ocupação gradual dos sertões e o escoamento furtivo do ouro das minas, surgiram as vilas, com os significados formais das técnicas construtivas populares.
Após a colônia de imigrantes europeus, breve na região, o território fluminense foi ocupado por mineiros e marcado pela formação de uma ampla rede de fazendas. A preservação da natureza e o isolamento geográfico fizeram de Visconde de Mauá, a partir da segunda metade do século XX, um refúgio para o movimento hippie, que encontrou ali um lugar para viver seus ideais. Neste contexto, foi moldado o perfil da população local - sob inspiração europeia, mineira, da contracultura e de filosofias alternativas - uma comunidade culturalmente distinta, movida pela criatividade e sobrevivência.
A década de 1990 trouxe novo incremento de pessoas e investimentos, identificados pelo contexto, impulsionados pelas reformas econômicas no Brasil e a estabilização do Plano Real. Este momento amplia, qualifica e consolida o turismo como a principal economia da região, mantendo, contudo, forte vínculo nas origens culturais, visível na arquitetura das pousadas e na diversidade da rede de serviços. Na história mais recente, a pavimentação da estrada e o movimento de interiorização acelerado pela pandemia da COVID-19 resultaram em crescimento populacional expressivo, evidenciando desigualdades sociais, antes não percebidas, desafiando a sustentabilidade da região.
O Projeto e a Construção de um Centro de Memórias e Identidade de Visconde de Mauá, integrado a Loja Colaborativa. Inclui: Levantamento de acervos históricos, junto as memorialistas, famílias de colonizadores e institutos de pesquisa da região, planejamento e montagem de uma exposição permanente, com objetos, ferramentas e registros representativos da história e dos saberes tradicionais. Capacitação de artesãos-catadores para formalidade e venda de produtos de alto valor cultural na loja colaborativa física e virtual. A proposta busca preservar o passado, fortalecer a identidade local e fomentar práticas educativas, sustentáveis e inclusivas para o futuro.
A Economia Circular é uma abordagem inovadora e relevante, especialmente quando se busca a sustentabilidade junto ao engajamento comunitário e à valorização de recursos existentes, sejam estes materiais ou imateriais. Visconde de Mauá é uma região que reúne, desde o século XVIII, partes da história do país. Ao longo dos caminhos que permitiram a ocupação gradual dos sertões e o escoamento furtivo do ouro das minas, surgiram as vilas, com os significados formais das técnicas construtivas populares.
Após a colônia de imigrantes europeus, breve na região, o território fluminense foi ocupado por mineiros e marcado pela formação de uma ampla rede de fazendas. A preservação da natureza e o isolamento geográfico fizeram de Visconde de Mauá, a partir da segunda metade do século XX, um refúgio para o movimento hippie, que encontrou ali um lugar para viver seus ideais. Neste contexto, foi moldado o perfil da população local - sob inspiração europeia, mineira, da contracultura e de filosofias alternativas - uma comunidade culturalmente distinta, movida pela criatividade e sobrevivência.
A década de 1990 trouxe novo incremento de pessoas e investimentos, identificados pelo contexto, impulsionados pelas reformas econômicas no Brasil e a estabilização do Plano Real. Este momento amplia, qualifica e consolida o turismo como a principal economia da região, mantendo, contudo, forte vínculo nas origens culturais, visível na arquitetura das pousadas e na diversidade da rede de serviços. Na história mais recente, a pavimentação da estrada e o movimento de interiorização acelerado pela pandemia da COVID-19 resultaram em crescimento populacional expressivo, evidenciando desigualdades sociais, antes não percebidas, desafiando a sustentabilidade da região.